Sociedade de Trauma Ortopédico aponta causas mais comuns; dados do SUS mostram alta nos atendimentos entre 2023 e 2024
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Durante o período das férias escolares, cresce o tempo que as crianças passam dentro de suas casas — e, com ele, também aumentam os riscos de acidentes domésticos.
Dados do Ministério da Saúde revelam que, no mês de julho, os atendimentos relacionados a esse tipo de ocorrência cresceram 21% em 2024 em comparação com o mesmo período, considerando crianças de 0 a 9 anos.
Segundo os números, em julho de 2023, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 5.679 procedimentos ambulatoriais e 4.565 procedimentos hospitalares decorrentes de acidentes domésticos.
Já em 2024, os registros subiram para 7.746 atendimentos ambulatoriais e 4.658 hospitalares. “Os dados de procedimentos ambulatoriais e hospitalares não se referem ao número de pessoas atendidas, mas ao número de registros realizados”, destacou o ministério.
Óbitos por acidentes
Além dos atendimentos, os acidentes domésticos continuam sendo causa significativa de óbitos infantis no país.
Entre 2023 e 2024, o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), também vinculado ao Ministério da Saúde, contabilizou 1.548 mortes de crianças de 0 a 9 anos em decorrência desse tipo de ocorrência.
As principais causas de óbito incluem quedas, responsáveis por 82 registros, e exposição a forças mecânicas inanimadas, que correspondem a 53 casos.
Essas forças se referem a objetos ou superfícies rígidas que provocam traumas, como colisões contra móveis, portas, ou equipamentos domésticos.
Cuidados simples ajudam a evitar acidentes
De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Trauma Ortopédico (SBTO), Dr. Robinson Esteves, a maior parte dos acidentes domésticos ocorre por quedas, que resultam em fraturas e lesões musculoesqueléticas.
A recomendação é que os responsáveis redobrem a atenção especialmente com escadas, móveis instáveis, camas elevadas e brinquedos espalhados.
“As quedas representam a principal causa de fraturas e lesões musculoesqueléticas em crianças durante as férias. Por isso, é essencial que os responsáveis redobrem a atenção com escadas, móveis soltos, camas altas e brinquedos espalhados pelo chão”, afirma o médico.
Além da vigilância constante, a adaptação do ambiente doméstico é apontada como medida eficaz para evitar acidentes. “Fixar prateleiras, colocar redes de proteção em janelas e escadas, usar tapetes antiderrapantes e deixar os brinquedos organizados ajudam a reduzir significativamente o risco de quedas e batidas”, explica Esteves.
Atividades físicas também exigem supervisão
Mesmo dentro de casa, a prática de atividades físicas pode representar riscos quando não há acompanhamento adequado.
Segundo o especialista, ações comuns entre as crianças, como pular em sofás ou camas, escorregar em pisos molhados ou usar brinquedos com rodas, podem resultar em lesões graves se não houver supervisão.
“Crianças pulando em sofás, camas ou escorregando no chão molhado podem sofrer ferimentos sérios. O uso de equipamentos como bicicletas, patinetes e skates também deve ser feito com uso de proteção adequada e em locais seguros”, pontua.
O médico reforça a importância de manter uma rotina de cuidados, especialmente em períodos como as férias escolares.
“A supervisão de um adulto e um ambiente preparado são fundamentais para evitar acidentes. Com pequenos cuidados, as férias podem ser aproveitadas do jeito que devem ser: com tranquilidade, alegria e segurança”, conclui.
Saiba como acessar nossos canais do WhatsApp
#im #ll #ss #jornaldocommercio” />



