Lula é mais bem avaliado entre nordestinos, eleitores com menor escolaridade, pessoas de 45 a 59 anos e entre os entrevistados mais pobres
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (11) aponta que a aprovação do governo Lula (PT) subiu para 33%, É o melhor resultado desde dezembro de 2024.
A taxa de reprovação, por sua vez, oscilou de 40% para 38%, dentro da margem de erro. Outros 28% avaliam a gestão como regular.
O presidente havia iniciado 2025 com instabilidade política e econômica, além da chamada “crise do Pix”. Dois meses depois, seus índices chegaram ao pior nível dos seus três mandatos: aprovação em 24%, reprovação em 41% e avaliação regular em 32%.
A partir de então, os números ficaram estagnados até julho, quando a aprovação subiu para 29%, a reprovação ficou em 40% e a avaliação regular em 29%.
O levantamento também questionou a avaliação pessoal do trabalho pessoal de Lula como presidente. O resultado permaneceu estável: 48% aprovam, ante 46% em julho, enquanto a reprovação oscilou de 50% para 48%.
Comparando ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Lula aparece em vantagem no mesmo momento do mandato. Após dois anos e nove meses no Planalto, o atual presidente tem 33% de aprovação, contra 22% de Bolsonaro nesse ponto da linha do tempo. À época, o ex-presidente registrava 53% de reprovação e 24% de avaliação regular.
Lula é mais bem avaliado entre nordestinos (45% de ótimo/bom), eleitores com menor escolaridade (40%), pessoas de 45 a 59 anos (40%) e os mais pobres (39%). Já a maior rejeição vem do Sul (52%), dos evangélicos (52%), das faixas de renda acima de dois salários mínimos (de 47% a 51%) e de quem tem curso superior (46%).
Na segmentação, o petista viu sua aprovação saltar de 38% para 45% no Nordeste, seu reduto histórico, dentro de uma margem de erro de quatro pontos.
Também registrou avanço entre os evangélicos, grupo majoritariamente alinhado ao bolsonarismo: passou de 18% para 27% de ótimo/bom, ainda que a desaprovação siga elevada.
A pesquisa ouviu 2.005 pessoas com mais de 16 anos em 113 cidades entre os dias 9 e 10 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
#im #ll #ss #jornaldocommercio” />


