‘Careca do INSS’ diz que não gosta de ser chamado pelo apelido; Lula batendo pernas na Nova York, e o governo é condenado por omissão aos Yanomami
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MARCHINHA DE CARNAVAL…
…aqui não. “Vossas Excelências, com todo o respeito, exigem – e é importante isso, até para a liturgia do cargo – tratamento digno, mas não é justo que me chamem o tempo todo de ‘Careca do INSS’, eu tenho nome”, protestou Antônio Carlos Camilo Antunes, mais conhecido por “Careca do INSS”. E concluiu: “eu não sou um personagem fictício”.
‘PAREM O CASAMENTO’
A voz de Wanderléa, a “Ternurinha”, na música de Kenny Young, Arthur Resnick e Luiz Keller, ainda martela na cabeça do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP). “Foi da minha juventude, tá pensando o quê”?
NÃO PERDE TEMPO
Paulinho vai colocar, numa mão, um presente para os noivos; na outra, a minuta do projeto de lei da redução de pena. No sábado, ele vai ao casamento do ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia e, enquanto a noiva joga o buquê, Paulinho discute o projeto.
O HAITI É LOGO ALI
Como o país caribenho não dá mais “ibope”, ninguém mais fala do sofrimento do seu povo, que vive em um verdadeiro exílio interno. Na Assembleia-Geral da ONU, o presidente interino, Laurent Saint-Cyr, disse que seu povo está sendo dizimado. Já não se fazem mais governos “bon bagay”, para cuidar do Haiti
BRASIL, CAPITAL BELÉM
O projeto que transfere simbolicamente a capital do Brasil para Belém (PA), durante a COP30, teve o parecer favorável aprovado pela maioria dos deputados. Falta o Senado votar a medida.
NEM PENSAR
Enquanto isso, o governo federal fracassou e não conseguiu prosperar na ação que empreendeu junto à rede hoteleira para baratear hospedagem. Neste ponto, a COP30 já é um fiasco.
LUZ DE GELADEIRA
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, fez o discurso de despedida da gestão de Luís Roberto Barroso no comando da Corte: “não tem nem como negar. Sua gestão será marcada pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro”, afirmou o decano.
PENSE NISSO!
As bravatas do governo Lula 3.0, de que iria pôr um fim ao sofrimento dos Yanomami, não mostraram resultado, apesar de todo o marketing.
Na quinta-feira (25), a Justiça Federal em Roraima considerou que o governo federal “foi omisso no combate aos garimpos ilegais e à consequente contaminação de indígenas por mercúrio”.
Faltou fiscalização, os garimpos se multiplicaram, e nem a Igreja Católica – que sempre incensou o petista – conseguiu seu intento de chamar a atenção para os Yanomami.
Como diria o saudoso Millôr Fernandes (1923-2012): “Todos os países são difíceis de governar. Só o Brasil é impossível”.
Pense nisso!



