João Pedro Hassan de Gusmão Lobo foi detido por agentes da 10ª Delegacia de Polícia (Catete), que investiga o caso, após a Justiça expedir mandado
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta quarta-feira, 8, um estudante universitário suspeito de estuprar uma adolescente dentro de um bar em Botafogo, bairro da zona sul da capital fluminense.
João Pedro Hassan de Gusmão Lobo foi detido por agentes da 10ª Delegacia de Polícia (Catete), que investiga o caso, após a Justiça expedir um mandado de prisão preventiva por estupro qualificado. A defesa do suspeito não foi localizada.
CRIME EM BOTAFOGO
De acordo com a polícia, o crime aconteceu na última segunda-feira, 6. No mesmo dia, a vítima foi à delegacia acompanhada da mãe para prestar queixa. Segundo o relato da adolescente, era a segunda vez que ela se encontrava com o rapaz. Eles marcaram perto da escola onde estuda, em Botafogo.
De lá, foram a um shopping para comer. Conforme a vítima, João Pedro começou a insistir para que o casal ficasse a sós em um local reservado, sugerindo até mesmo o estacionamento do centro comercial. As investidas foram negadas pela jovem.
ATAQUE EM BAR
Na sequência, os dois foram a um bar. Segundo a adolescente, o universitário voltou a insistir para que os dois tivessem um momento de intimidade e sugeriu que fossem ao banheiro do estabelecimento – o que foi novamente negado por ela.
De acordo com o relato, quando a jovem foi ao banheiro feminino sozinha, João Pedro Lobo a seguiu, entrou no espaço, tomou o celular dela e trancou a porta com os dois dentro do local.
“Segundo apurado, o investigado passou então a constranger a vítima à prática de atos sexuais sem seu consentimento e, na sequência, mediante emprego de força física, consumou a conjunção carnal, ignorando os pedidos de interrupção feitos pela menor, que verbalizava dor e solicitava que cessasse a agressão”, apontou relato da Polícia Civil.
EXAME PERICIAL
Ainda de acordo com a polícia, o exame pericial atestou o abuso sexual e outras provas reunidas ao longo da investigação comprovaram a “materialidade do crime”. “Por isso, a autoridade policial representou pela prisão do homem” nesta quarta, por estupro qualificado.




