o que muda quando você compra em um loteamento planejado

o que muda quando você compra em um loteamento planejado

Investimento em loteamentos planejados reduz riscos, já que os empreendimentos contam com infraestrutura básica e aprovação municipal

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Quem pensa em adquirir um terreno pela primeira vez se depara com algumas decisões importantes. Entre elas, uma tende a indicar se o processo envolverá um risco maior de “dor de cabeça”: investir ou não em um loteamento planejado.

A gerente de incorporação da Soma Par (detentora da marca Lotear Desenvolvimento Urbano), Raquel Leão, explica que a principal diferença entre o lote informal/irregular e o planejado é justamente o planejamento do projeto.

“Um lote irregular não tem aprovação de órgãos competentes, projeto de um urbanista, memorial descritivo com detalhamento de tudo que tem no loteamento, além do estudo de viabilidade técnica. Ou seja, não tem uma responsabilidade legal garantida para qualquer tipo de falha de infraestrutura“, esmiúça Raquel.

Por outro lado, o loteamento planejado é fruto de um projeto urbanístico elaborado por profissionais, com memorial descritivo detalhado e estudos de viabilidade técnica. O empreendimento passa pela aprovação rigorosa na prefeitura, órgãos reguladores e concessionárias de serviços públicos, como a Compesa (água e saneamento) e a Neoenergia (energia elétrica).

A gerente de incorporação destaca que, quando a obra é finalizada, o loteamento recebe da prefeitura um Termo de Verificação de Obras (TVO), que atesta que a loteadora executou tudo conforme constava no projeto aprovado e atendendo as determinações das concessionárias. Após o recebimento desse documento, a prefeitura passa a ser responsável pela manutenção. “No caso de alguma intercorrência, a Prefeitura e as concessionárias são responsáveis por responder as eventuais imprevistos, e executar obras de manutenção”, acrescenta.

“Se houver algum problema com a infraestrutura do loteamento, há a quem recorrer. Isso não acontece num loteamento irregular, pelo qual muitas pessoas optam por ser aparentemente mais barato. Mas depois surgem os custos com a infraestrutura: ter que fazer a ligação de energia, resolver problemas de fornecimento adequado de água, entre outros transtornos. A dor de cabeça depois é imensurável”, compara.

Raquel elenca os principais pontos de infraestrutura necessários aos lotes:

  • Terraplenagem e drenagem pluvial: Estudos e obras subterrâneas de escoamento de água que evitam alagamentos e enxurradas em períodos de chuva forte;
  • Saneamento básico e água potável: Rede de distribuição dedicada e solução adequada para o tratamento de efluentes (seja por rede pública de esgoto ou por sistemas individuais de fossa séptica), impedindo o esgoto a céu aberto;
  • Rede elétrica: Redes de energia e iluminação pública aprovadas por concessionárias;
  • Pavimentação: Execução de pavimentação adequada para o tráfego seguro de veículos e pedestres.

Além disso, a gerente de incorporação destaca a importância da acessibilidade para os transeuntes e de serviços como coleta de lixo, ambulâncias e corpo de bombeiros. As áreas de convivência com praças, parques e academias ao ar livre também são um diferencial.

Empreendimento da Lotear em Caruru, no Agreste de Pernambuco – Divulgação/Lotear

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Empreendimento da Lotear em Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco – Divulgação/Lotear

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Empreendimento da Lotear em São José da Coroa Grande, no Litoral Sul de Pernambuco – Divulgação/Lotear

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Empreendimento da Lotear em Sirinhaém, no Litoral Sul de Pernambuco – Divulgação/Lotear

A especialista lembra, ainda, que loteamentos urbanos reservam parte da área total do projeto para a prefeitura. Essas regiões são destinadas à implantação de equipamentos públicos comunitários, como escolas, postos de saúde, praças e centros culturais.

“Toda essa organização é uma garantia de que aquele bairro vai se estruturar ao longo do tempo. Então, é um patrimônio que tende a crescer e se valorizar, além da garantia de uma melhor qualidade de vida. Mais pessoas vão ocupar a região e mais negócios vão chegar para dar mais vida a esse bairro”, acrescenta.

Desenvolvedora de bairros

Raquel destaca que a Lotear Desenvolvimento Urbano vai muito além do simples cumprimento das exigências legais do licenciamento urbano: posiciona-se como uma “desenvolvedora de bairros”, pois tem o propósito de entregar ambientes urbanos completos e prontos para morar com qualidade de vida.

Presente do litoral ao Agreste pernambucano, a loteadora garante que o cliente não está adquirindo “um pedaço de terra”, mas sim a estabilidade de um bairro consolidado.

“Nos preocupamos em entregar projetos com a melhor qualidade possível. Desde a escolha do arquiteto urbanista até a entrega das áreas comuns, com espaços verdes, academias ao ar livre, playgrounds, quadras esportivas, espaços pet e pistas de skate”, detalha.

Ela reforça que esse fator, somado à ocupação dos espaços públicos, fortalece o senso de comunidade e a sensação de segurança da vizinhança. “Isso influencia diretamente na qualidade de vida de quem escolhe morar em um loteamento planejado”, finaliza.

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