Deputados governistas viveram nos últimos dias sob tensão com a informação de que a Federação Brasil da Esperança poderia aderir à oposição na Alepe
TEREZINHA NUNES
Publicado em 17/04/2026 às 7:45
| Atualizado em 17/04/2026 às 7:51
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Depois que a Federação União Progressista, do PP/União Brasil, optou pela independência na Alepe no tocante à formação das comissões permanentes, esta quinta-feira a Federação Brasil da Esperança do PT/PV/PCdoB decidiu adotar o mesmo caminho. Como as duas Federações faziam parte do blocão governista criado para organizar a distribuição dos deputados da situação nessas comissões, a nova realidade pode alterar a participação da base governista na Assembleia ou mesmo a formação de um novo bloco.
O presidente estadual do PT e também da Federação Brasil da Esperança, deputado federal Carlos Veras, disse a este blog que a decisão dos partidos PT/PV/PCdoB é ficar independentes mas os deputados do continuarão liberados para votar pela aprovação de projetos do Poder Executivo “como fizeram até agora, observando os interesses do estado e do seu povo. O PT só não pode votar em matérias que prejudiquem a classe trabalhadora. Essa é uma norma partidária que vale para todo o país”- observou.
A Federação União Progressista (PP/UB) resolveu, da mesma forma, ficar independente mas os seus deputados continuam favoráveis ao Governo, tanto que dois deles, Adalto Santos e France Hacker, aceitaram o convite para figurarem como vice-líderes da base governista. Ouvida sobre a nova postura da Federação Brasil da Esperança , a líder do Governo na Assembleia, deputada Socorro Pimentel, afirmou que vê com naturalidade o posicionamento das duas Federações e acrescentou “o importante é a garantia de uma maioria parlamentar comprometida com a aprovação de matérias que contribuam efetivamente para o desenvolvimento do estado.
Receio nos bastidores
Na verdade, os deputados governistas viveram nos últimos dias sob tensão com a informação de que a Federação Brasil da Esperança poderia aderir à oposição na Alepe, o que levaria o número de deputados oposicionistas a se equiparar ao de governistas, já que o PP e União Brasil estão independentes. O Palácio contou, neste sentido, com a resistência de deputados petistas que, desde o início do mandato da governadora, têm votado com o Governo e dos deputados do PV Joaquim Lira e João de Nadegi. Mas só respiraram aliviados esta quinta com a opção pela independência confirmada por Carlos Veras.
Explicações sobre a pesquisa
Embora não tenham deixado de manifestar nos bastidores preocupação porque a governadora Raquel Lyra não apareceu empatada ou na frente do ex-prefeito João Campos na pesquisa Datafolha publicada esta quinta-feira, deputados estaduais governistas afirmavam nos corredores da Alepe que o levantamento mostra Raquel Lyra na frente de João Campos na pesquisa espontânea, que sua aprovação chegou a 61% e que ela cresceu 3 pontos se comparado o número de agora com o levantamento do mesmo instituto feito em janeiro e tende a aumentar seu percentual a partir de agora. Alegavam ainda que a governadora não fechou sua chapa, o que o ex-prefeito já fez, e tem se dedicado inteiramente à administração, ao contrário de João que já está andando pelo estado como candidato.
Pergunta que não quer calar
Quando Raquel vai demonstrar para a população em geral que é candidata à reeleição?




