Dino alivia barra de colega, mas instituições financeiras poderão ter de pagar multas pesadas se não cumprirem “cancelamento” de Alexandre de Moraes
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E AGORA, DINO?
A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), se, por um lado “aliviou a barra” do colega Alexandre de Moraes, “sancionado” pela lei “Magnitsky”, por outro, coloca em risco o sistema financeiro nacional. Os desdobramentos não podem recair no lombo da sociedade nem sobre instituições seculares como o Banco do Brasil.
FUTURO DO PLANETA
A deputada Iza Arruda (MDB-PE) voltou de Belém (PA) entusiasmada com o andamento das obras de infraestrutura para receber a COP30 — de 10 a 21 de novembro. Integrante da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, a deputada fez parte de uma comitiva de parlamentares que, durante dois dias, visitou as instalações onde ocorrerão os debates e salientou o papel do Parlamento brasileiro nas discussões ambientais globais. “A COP30 é um marco para o Brasil e para o mundo, e nossa responsabilidade é garantir que esse debate produza resultados concretos para o futuro do planeta”.
PUNIÇÃO PARA AMOTINADOS
Chutes e pontapés, xingamentos e amotinamentos estarão proibidos em breve, na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), aprovou regime de urgência para votar projeto de suspende mandato de deputados que se envolverem com confusão no plenário da Casa.
CABOS SUBMARINOS
O presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas, Luiz Henrique Barbosa, defendeu a ampliação de cabos submarinos, principalmente no litoral nordestino, ressaltando que é importante levar em consideração a “existência de restrições ambientais, como áreas marinhas protegidas”. A explanação foi feita à coluna durante a realização do 5º Simpósio TelComp.
TÔ DE OLHO
O Brasil monitora a distância o envio de embarcações militares norte-americanas à costa da Venezuela, sob pretexto de tirar do poder o presidente Nicolás Maduro. Na Casa Branca, a porta-voz Karoline Leavitt disse à imprensa que o país usará toda a força necessária, alegando que Maduro “não é um presidente legítimo”.
DOS MALES, O PIOR
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, engrossa o coro daqueles que encontram dificuldade para impedir o avanço das bets “e suas consequências para as pessoas”, mas defende a destinação de “recursos extras”, via aumento de impostos, para tratar as pessoas dependentes do vício em apostas. “Esse dinheiro deverá ser extraído do aumento de tributos das próprias bets”.
PENSE NISSO!
Começam hoje (20) os trabalhos da CPMI do INSS. Eu começaria por mudar o nome, para não ficar nessa lenga-lenga de dar pseudônimos a problemas sérios e graves, como foi a roubalheira de associações e sindicatos quando meteram a mão no dinheiro de aposentados e pensionistas.
Mais recentemente, alguns estudiosos resolveram atenuar a situação de moradores que residem em regiões precárias. Trocaram “favela” por “comunidade”, mas isso não melhorou a vida daquelas populações.
Na CPMI do roubo aos aposentados deve ser assim, também. A narrativa — palavra que o relator, Ricardo Ayres (Republicanos-TO), não gosta — deve apontar que um grupo de sindicalistas, mancomunado com funcionários da Previdência, meteram a mão no dinheiro dos pensionistas e aposentados.
Cadeia é o mínimo, mas não se assustem se as bancadas governistas e de oposição decidirem passar um verniz nos acontecimentos.
Pense nisso!



