PL estabelece regras para aplicativos, redes sociais e jogos, garantindo direitos de crianças e adolescentes sem permitir vigilância massiva
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
*Com informações da Agência Câmara de Notícias
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (20) o Projeto de Lei 2628/22, que cria regras para proteger crianças e adolescentes no uso de aplicativos, redes sociais, jogos eletrônicos e programas de computador. A proposta, de autoria do Senado, sofreu alterações na Câmara e retorna ao Senado para nova votação.
O relator, deputado Jadyel Alencar (Republicanos-PI), afirmou que as mudanças buscam assegurar que a família exerça efetivamente seu papel de proteção, sem substituí-lo pelas plataformas.
“O projeto se inspira na Constituição, que garante à família meios de defesa, sem comprometer sua autonomia”, explicou. Ele apelidou a proposta de “ECA Digital”, reforçando a conexão com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Principais medidas do projeto
O texto prevê vigência um ano após a publicação da lei e determina que fornecedores de tecnologia adotem “medidas razoáveis” desde a concepção e durante a operação de aplicativos para prevenir a exposição de crianças a conteúdos prejudiciais. Entre os pontos destacados:
- Estabelecimento de critérios objetivos para avaliar a interferência de fornecedores sobre conteúdos;
- Aplicação proporcional de exigências sobre riscos como pornografia, bullying, estímulo ao suicídio e jogos de azar;
- Retirada de material mediante notificação do usuário ou comunicação a autoridades sobre crimes contra crianças;
- Dispensa de obrigações para provedores de conteúdos jornalísticos e licenciados que sigam normas de classificação indicativa, mediação parental e canais de denúncia.
O projeto define “acesso provável” como produtos ou serviços que tenham alta atratividade, facilidade de acesso e risco significativo à privacidade, segurança ou desenvolvimento biopsicossocial de crianças e adolescentes.
No entanto, fica proibida a vigilância massiva ou práticas que comprometam direitos fundamentais, como liberdade de expressão e privacidade.



