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Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Paris e outras cidades francesas em protesto contra o governo do presidente da França, Emmanuel Macron, nesta quinta-feira (18). As greves afetaram o metrô de Paris e outros serviços.
Os protestos visam pressionar o novo primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, indicado por Macron, que enfrenta resistência também no parlamento sobre como equilibrar as finanças da França. Propostas de cortes de gastos em serviços públicos, como escolas e hospitais, são amplamente criticadas.
A oposição alega que os serviços públicos estão sendo erodidos desde que Macron dissolveu o parlamento em 2024. Partidos de esquerda e sindicatos pedem que os ricos e empresas paguem mais impostos, em vez de cortes que afetem trabalhadores de baixa e média renda.
CONFRONTOS E AÇÃO DO GOVERNO
O governo da França mobilizou cerca de 80 mil policiais para manter a ordem, mas os protestos continuaram, com bloqueios e confrontos em várias cidades. O Ministério do Interior relatou 181 prisões e mais de 450 mil manifestantes fora de Paris. As interrupções no transporte foram menores do que o esperado, mas ainda afetaram a vida cotidiana.
Trabalhadores ferroviários em greve acenando sinalizadores fizeram uma breve incursão na sede do Ministério da Economia em Paris, deixando rastros de fumaça no ar antes de sair. A empresa ferroviária nacional francesa SNCF disse que “algumas interrupções” eram esperadas em trens de alta velocidade para a França e Europa, mas a maioria funcionará. Fonte: Associated Press.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.




