Pernambuco lidera crescimento da indústria e do varejo no Brasil no início de 2026

Pernambuco lidera crescimento da indústria e do varejo no Brasil no início de 2026


Estado registrou alta de 26,4% na indústria de transformação e de 12,2% no comércio varejista no primeiro bimestre, segundo o IBGE

Por

JC


Publicado em 19/04/2026 às 9:54

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Pernambuco liderou o crescimento da indústria de transformação e do comércio varejista no Brasil no início de 2026, segundo dados da a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A indústria pernambucana registrou alta de 26,4% no acumulado do ano até fevereiro, na comparação com o mesmo período de 2025, de acordo com o levantamento. O resultado coloca o estado na primeira posição nacional, com larga vantagem sobre o segundo colocado, o Mato Grosso do Sul, que cresceu 10,3% no mesmo intervalo.

No comércio varejista, setor que reúne lojas, supermercados e estabelecimentos de varejo em geral, Pernambuco também ficou no topo do ranking nacional, com expansão de 12,2% no bimestre, conforme a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), igualmente do IBGE. O Acre apareceu em segundo lugar, com avanço de 6,7%.

Segundo o governo estadual, desempenho industrial foi impulsionado principalmente pela Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Ipojuca, no Grande Recife, com destaque para a produção de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, além da metalurgia.

Também contribuíram para o resultado a fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, a produção de borracha e materiais plásticos, a indústria química e o setor de bebidas.

No varejo, os hipermercados e supermercados registraram o maior crescimento entre os segmentos acompanhados, com alta de 28,6%. Na sequência, aparecem a venda de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com expansão de 13,7%, e de eletrodomésticos, com aumento de 12,4%.

A secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto, atribuiu o desempenho ao avanço de uma política econômica voltada para produtividade e inovação. “Estamos fortalecendo cadeias estratégicas, ampliando a competitividade das empresas e garantindo previsibilidade para novos investimentos”, afirmou.

O secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques, atribuiu o desempenho à melhora do ambiente de negócios, a simplificações tributárias, a reformas microeconômicas e ao volume de investimentos feitos pela gestão estadual. “A gente tem a indústria de transformação e o comércio que mais cresce no Brasil”, avaliou.

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