Isso acontecendo a governadora Raquel Lyra ficará com um tempo de televisão muito inferior ao do seu adversário, o ex-prefeito João Campos
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
O deputado federal Eduardo da Fonte, presidente estadual da Federação União Progressista, revelou esta quarta-feira a deputados do PP que se a governadora Raquel Lyra não aceitar a decisão tomada pela executiva estadual que o escolheu como pré-candidato ao Senado e recebeu o referendum da direção nacional a saída política que resta ao grupo é a opção pela “independência” na eleição para governador. “Não vou apoiar João Campos”- disse ele a um desses parlamentares. Vamos fazer nossa campanha só para a eleição proporcional de forma a garantir uma forte bancada estadual e federal.” Ele adiantou que numa situação dessas os deputados podem acompanhar a governadora e pedir votos para ela em eventos mas não na Televisão pois a condição de independência impede que isso seja feito.
Esta quarta-feira venceu o prazo de 48 horas solicitado pelo vice-presidente estadual do PSD André Teixeira na reunião da governadora com os presidente e vice nacional da Federação, o senador Ciro Nogueira, do PP, e Antonio Rueda, do União Brasil, para que Raquel desse uma resposta sobre a decisão exposta por Ciro de apoio a Eduardo da Fonte, o que ainda não ocorreu. A um amigo Eduardo da Fonte adiantou que também não vai disputar o Senado, o que poderia ocorrer de forma avulsa como vai fazer o PL com a candidatura de Silvio Nascimento e o Novo com Carlos Sant’Anna. A opção seria limitar à eleição proporcional, liberando os filiados do compromisso com governador e senador.
Se isto acontecer e Raquel perder o tempo da Federação na Televisão que é o correspondente aos 106 deputados federais que ela possui, seu tempo de propaganda na TV, que é mais importante pelos comerciais que passam durante a programação do que pelo guia eleitoral propriamente dito, passa a corresponder a pouco mais de 30% do total disponível. Já João Campos ficaria perto de 50% porque tem o apoio da Federação PT/ PV/PCdoB que tem 89 deputados federais. O prejuízo para Raquel podia ainda ser maior se o tempo da Federação e do PL que também não terá candidato a governador não fosse, por lei, distribuído equitativamente. Mesmo sem apoio do PL ou se não tiver o apoio da Federação ela vai ficar com uma parte considerável do tempo dos dois, embora a fatia maior fique com João Campos.
Processo estrangulou
Uma importante liderança política estadual que torce por Raquel comentou esta quarta-feira com um interlocutor que, na sua opinião, o processo da escolha do candidato ao Senado pela Federação estrangulou e só poderá ser resolvido se a governadora aceitar o nome de Eduardo da Fonte. Ou encontrar uma forma de também contentar Miguel Coelho. Como a Federação já disse que não aceita que Eduardo e Miguel lutem votos para o Senado , o que considera passível de criar atritos entre filiados, só restaria a vice que o próprio ex-prefeito disse não aceitar em entrevista esta quarta. Ele lembrou que Priscila Krause vai permanecer no posto.
Raquel responde a João
A governadora Raquel Lyra respondeu de forma indireta ao ex-prefeito João Campos que vem fazendo várias propostas como isenção da IPVA de motos, redução da tarifa da Compesa para a população submetida a rodízios. Sem citar ninguém, Raquel escreveu “Não sei vocês, mas eu tô só observando muita gente reaparecendo com promessas e discursos que a gente já ouviu antes. Oxe, o que Pernambuco quer é seguir em frente, minha gente. Agora é tempo novo. É avanço, crescimento, desenvolvimento e futuro. E esse futuro já começou. Porque por aqui o foco é “fazer acontecer com trabalho, compromisso e, sobretudo propósito. Este é o país Pernambuco que eu acredito”.
PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR
Por que esta quarta dos pré-candidatos ao Senado só Miguel Coelho acompanhou a governadora na Fenearte?



