Reunião ocorre quatro dias depois de Flávio Bolsonaro (PL) ter apresentando seu plano de governo para representantes do mercado financeiro
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convidou banqueiros e empresários para um jantar, nesta segunda-feira, 31, em Brasília. A reunião ocorre quatro dias depois de o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL, ter apresentando seu plano de governo para representantes do mercado financeiro, em São Paulo.
Lula quer estabelecer pontes com esses segmentos, que nunca foram próximos do PT e veem sua candidatura à reeleição com ressalvas, embora também manifestem desconfiança em relação a Flávio.
Selecione um cargo e uma UF para buscar.
A lista de convidados inclui Rubens Ometto, da Cosan, os irmãos Joesley e Wesley Batista, da J&F, José Seripieri Filho, da Amil, e Luiz Carlos Trabuco, presidente do Conselho de Administração do Bradesco. Também foram enviados convites para os banqueiros Milton Maluhy, do Itaú e André Esteves, do BTG. Os três se encontraram com Flávio em São Paulo.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, tem sido até agora o porta voz de Lula nas conversas com a Faria Lima. Durigan esteve em várias reuniões com banqueiros e empresários, recentemente, na tentativa de desfazer ruídos provocados por entrevistas dadas pelo ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, coordenador do programa de Lula para o quarto mandato.
O titular da Fazenda insiste em que o governo renovará o compromisso com o ajuste fiscal em eventual novo mandato. A incerteza tomou conta do mercado após Gabrielli abordar a necessidade de mudanças para ampliar investimentos e gastos sociais. Depois disso, porém, ainda que não tenha dado detalhes sobre metas, a plataforma de Lula destacou que, em eventual novo mandato, o presidente manterá o arcabouço fiscal.
Na quinta-feira, 27, no entanto, uma resposta de Lula à sabatina da TV Globo deixou executivos apreensivos, de acordo com relatos feitos ao Estadão. Questionado se o crescimento da dívida pública não o preocupava, Lula respondeu de forma negativa.
“Herdei este governo, em janeiro de 2023, com déficit fiscal de 2,8%. Sabe quanto vai ser o superávit primário deste ano?”, perguntou o presidente. Ele mesmo respondeu: “0,1%”. Em seguida, concluiu: “Se tem alguém neste País com responsabilidade fiscal, sou eu”.



