Janones cumpre medida protetiva com base na Lei Maria da Penha

Janones cumpre medida protetiva com base na Lei Maria da Penha


Erika Hilton, defensora das minorias, foi obrigada a retirar um post no X com “denunciação caluniosa” contra o vice da chapa de Flávio Bolsonaro

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EM NOME DA IMUNIDADE
O ministro Gilmar Mendes, do STF, rejeitou queixa-crime impetrada pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), contra o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), “por falsa comunicação de estupro”. O decano da Corte entendeu que os dois parlamentares que fizeram a falsa denúncia estavam “protegidos pela imunidade parlamentar”.

JÁ ERIKA HILTON MENTIU…
… e não teve o mesmo tratamento. Foi obrigada a apagar um post nas redes sociais em que a parlamentar trans questiona se a candidatura de Flávio tem credibilidade para propor a criação do cadastro nacional de pedófilos e se as medidas alcançariam “uma pessoa como o vice ‘acusado de estuprar uma menina de 13 anos’”.

EM DISPUTA
Nos cinco estados e no Distrito Federal onde a disputa para o governo ficou para o segundo turno, o PT de Lula da Silva concorre no Rio Grande do Norte e no Distrito Federal. Já o PL de Flávio Bolsonaro tenta o Palácio Rio Negro, no Amazonas.

NOS DEMAIS ESTADOS
União Brasil, em dois: Rio Grande do Norte e Tocantins; Progressistas, também em duas unidades da Federação: Distrito Federal e Acre; e Republicanos, em outras duas unidades: Espírito Santo e Acre. MDB, no Espírito Santo; PSD, no Amazonas; e PSDB, também no Amazonas, têm uma disputa cada legenda.

CATRACA LACRADA
A ministra Cármen Lúcia, do STF, rejeitou pedido da campanha de Lula para assegurar gratuidade em linhas interestaduais no dia da eleição. A coligação não apresentou dados, custos nem as linhas que seriam afetadas pela medida.

MEDIDA PROTETIVA CONTRA GENERAL DE LULA
A sacada da campanha de Flávio Bolsonaro foi convidar a prefeita de Ituiutaba (MG), Leandra Guedes (Avante), para a plateia do debate da Globo. Ela teve um relacionamento duradouro com o deputado André Janones (Rede Sustentabilidade-MG) que fez sérias ameaças contra a companheira. Com base na Lei Maria da Penha, Janones não pode se aproximar de Leandra. Assistiu ao debate pela TV.

PINGA VERSUS WHISKY
Você tomando uma lapada de pinga daquelas mais ordinárias e pensando que Lula “mamou” um litro de “Macallan 1945”, avaliado em R$ 500 mil, doado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

CASA QUE MUITOS MANDAM
Um grupo de 61 bispos, que se autointitulam “progressistas”, divulgou uma carta com críticas a “práticas de ameaças, pressões e negociação de votos”.

A COISA FEDEU
Em resposta aos “progressistas”, Antonio Keller, bispo de Frederico Westphalen (RS), diz que “a doutrina social não se cita pela metade”. Para ele, “o púlpito não é palanque. O altar não é comitê”.

KAFFEEKANTATE
O silêncio sepulcral de alguns ministros do STF, em meio à disputa do segundo turno, soa como uma cantata de Johann Sebastian Bach (1685-1750).

MAIS QUE MIL BEIJOS
Por volta de 1734, Bach compôs a cantata que narra a história divertida de um pai que tenta, a todo custo, proibir sua filha, Liesgen, de consumir café. Completamente viciada na bebida, a moça chega a cantar no ouvido do pai que o café “é mais doce que mil beijos”.

PENSE NISSO!
Estamos a um dia dessa emporcalhada disputa e, até aqui, apenas o candidato Flávio Bolsonaro (PL) prometeu que não disputará um segundo mandato e que será contra a reeleição nos pleitos futuros.

Na disputa de 2022, Lula da Silva (PT) bem que prometeu que não disputaria um novo mandato. Como nem tudo o que o petista diz o país pode escrever, viu-se que era mentira.

Enfim, o Congresso Nacional, com 513 deputados e 81 senadores, vai precisar fazer uma profunda reforma política e apagar do mapa eleitoral brasileiro essa mancha chamada reeleição.

Que o Parlamento encontre um jeito matemático, faça o alinhamento de Mercúrio, consulte runas e cartas, pratique a cafeomancia. O Brasil precisa fugir da armadilha que lhe é imposta por prefeitos, governadores e presidentes da República que mal assumem o primeiro mandato já trabalham diuturnamente pela reeleição, sempre em nome da continuidade. É lorota, convenhamos. O nome disso é continuísmo.

Pense nisso!

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