Declaração foi uma resposta a um post da chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, na qual a líder apontou que Ormuz deve permanecer “aberto e gratuito”
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou neste sábado que nenhuma regra do direito internacional proíbe o país de tomar medidas que impeçam que o Estreito de Ormuz seja usado para agredir Teerã militarmente.
DIREITO SOBRE ORMUZ
A declaração foi uma resposta a um post da chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, na qual a líder apontou que, sob a lei internacional, o trânsito por vias navegáveis como Ormuz deve permanecer “aberto e gratuito”. “Qualquer esquema de pagamento por passagem estabelecerá um precedente perigoso para as rotas marítimas globais. O Irã deve abandonar qualquer plano de cobrar taxas de trânsito”, advertiu Kallas em sua conta no X.
Baghaei, por sua vez, defendeu na mesma rede que o Irã, por ser um Estado costeiro, pode tomar as medidas cabíveis para que o Estreito não seja usado para realizar agressões militares contra o país. O porta-voz criticou, ainda, a posição da União Europeia, a quem chamou de hipócrita.
“Oh, aquele ‘direito internacional’?! Aquele que a UE tira do armário para dar lições aos outros enquanto silenciosamente dá sinal verde para uma guerra de agressão EUA-Israel – e desvia o olhar das atrocidades contra os iranianos?!”, questionou.
“Poupe-nos dos sermões; o fracasso crônico da Europa em praticar o que prega transformou seu discurso de ‘direito internacional’ em hipocrisia máxima”, acusou Baghaei.
Segundo ele, a “ficção” de uma passagem de trânsito incondicional “navegou” no momento em que a agressão dos EUA e de Israel contra o Irã trouxe ativos militares para “o quintal” do estreito.
Ghalibaf: ainda há “grande distância” entre EUA e país em negociações
O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que, embora Estados Unidos e o país persa tenham feito progressos nas negociações, ainda há uma “distância significativa” a ser percorrida. “Devemos obter garantias de que os EUA ou a ‘entidade sionista’ não iniciarão uma guerra contra o Irã novamente”, disse Ghalibaf, referindo-se a Israel, em entrevista transmitida há pouco pela TV estatal iraniana.
Segundo o principal negociador do governo iraniano, as delegações de negociação de Washington e Teerã têm, agora, “uma compreensão mais pragmática” uma da outra. Restam ainda, porém, “diferenças significativas” na posições das duas partes, comentou.
Ainda sobre as negociações, Ghalibaf disse que os EUA não alcançaram seus objetivos por meio de avisos e prazos e, por isso, começaram a enviar mensagens ao Irã através de intermediários.
O país persa, por sua vez, teria aceitado o cessar-fogo temporário para forçar Washington a atender as demandas iranianas. Já o presidente Donald Trump teria concordado com a trégua, de acordo com ele, porque o Irã foi o vencedor no campo de batalha.
“Trump não alcançou seu objetivo de mudar o regime e destruir nossas capacidades ofensivas e de mísseis, e o Irã não é a Venezuela”, declarou o líder do parlamento iraniano.




