Estado registrou alta de 26,4% na indústria de transformação e de 12,2% no comércio varejista no primeiro bimestre, segundo o IBGE
JC
Publicado em 19/04/2026 às 9:54
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Pernambuco liderou o crescimento da indústria de transformação e do comércio varejista no Brasil no início de 2026, segundo dados da a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A indústria pernambucana registrou alta de 26,4% no acumulado do ano até fevereiro, na comparação com o mesmo período de 2025, de acordo com o levantamento. O resultado coloca o estado na primeira posição nacional, com larga vantagem sobre o segundo colocado, o Mato Grosso do Sul, que cresceu 10,3% no mesmo intervalo.
No comércio varejista, setor que reúne lojas, supermercados e estabelecimentos de varejo em geral, Pernambuco também ficou no topo do ranking nacional, com expansão de 12,2% no bimestre, conforme a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), igualmente do IBGE. O Acre apareceu em segundo lugar, com avanço de 6,7%.
Segundo o governo estadual, desempenho industrial foi impulsionado principalmente pela Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Ipojuca, no Grande Recife, com destaque para a produção de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, além da metalurgia.
Também contribuíram para o resultado a fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, a produção de borracha e materiais plásticos, a indústria química e o setor de bebidas.
No varejo, os hipermercados e supermercados registraram o maior crescimento entre os segmentos acompanhados, com alta de 28,6%. Na sequência, aparecem a venda de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com expansão de 13,7%, e de eletrodomésticos, com aumento de 12,4%.
A secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto, atribuiu o desempenho ao avanço de uma política econômica voltada para produtividade e inovação. “Estamos fortalecendo cadeias estratégicas, ampliando a competitividade das empresas e garantindo previsibilidade para novos investimentos”, afirmou.
O secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques, atribuiu o desempenho à melhora do ambiente de negócios, a simplificações tributárias, a reformas microeconômicas e ao volume de investimentos feitos pela gestão estadual. “A gente tem a indústria de transformação e o comércio que mais cresce no Brasil”, avaliou.
#im #ll #ss #jornaldocommercio” />




