Motta cede a pressões e promete pauta urgência da anistia

Motta cede a pressões e promete pauta urgência da anistia



‘LEVA’ NÃO QUER
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, avisou ao Itamaraty que não aceita ir à Assembleia Geral da ONU para ficar “o tempo todo monitorado”.

SEM VISTO
Lewandowski até que poderia ir a Nova York, mas sem a mobilidade de outros tempos, quando era ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Alexandre Padilha, ministro da Saúde, está na mesma situação.

UNS DIAS A MENOS
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, não acatou o pedido da defesa do tenente-coronel Mauro Cid para relaxar a prisão domiciliar e retirar a tornozeleira eletrônica.

MAIS LIGHT IMPOSSÍVEL
Líderes partidários foram informados pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de que deve colocar em votação a urgência do projeto de anistia a condenados pela Justiça por participação na “trama golpista”, como nominou o Judiciário.

DIVISOR DE ÁGUAS
A condenação de Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e três meses é o ponto limite. Caso o ex-presidente esteja fora da lista de beneficiários, a versão será mais palatável. Caso contrário, terá mais dificuldades de ser aprovada.

AGÊNCIA INDEPENDENTE
Pegou mal uma ingerência do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que cobrou da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) “agilidade” e “sem politicagem” na renovação antecipada da concessão da Energisa Sergipe. “Agência independente que se ergue através de critérios técnicos, necessariamente não faz politicagem”, afirmou o diretor Fernando Mosna, ao retirar o processo de pauta.

RESPIRANDO POR APARELHOS
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reconheceu que os Correios inspiram “cuidados” e que a estatal exige “muita preocupação”. Dados preliminares do governo federal apontam que os Correios registraram um rombo de R$ 4,4 bilhões nos primeiros seis meses do ano.

PENSE NISSO!
Essa balela constitucional de que os Poderes da República são harmônicos e autônomos entre si um dia ainda chegaria aonde está por chegar.

Do jeito que a coisa anda, um pequeno colegiado de cinco ministros – 45,454545…% – decide cassar o mandato de um parlamentar e o fato é pedantemente chamado de consummatum est.

Motivo pelo qual a chamada PEC da Blindagem deve ser pautada com urgência. Não parece independência nem autonomia que o Judiciário tenha poderes para destituir um integrante de outro Poder.

Pense nisso!

 

 

 



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