O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira prorrogar a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro. O ex-chefe do Executivo cumpre uma pena de 27 anos de prisão em razão da condenação pela tentativa de golpe de Estado em 2022.
No mesmo despacho, o magistrado revogou o porte de arma de Bolsonaro e ordenou o recolhimento de dez armamentos do ex-presidente — a defesa deve entregá-los em 48 horas.
Diferentemente da decisão de março, quando concedeu a prisão domiciliar por um período inicial de 90 dias para a recuperação da broncopneumonia e determinou que a situação fosse reavaliada ao fim desse prazo, Moraes agora não estabeleceu uma nova data para revisar a medida. O ministro concluiu que permanecem presentes as razões humanitárias que justificam a prisão domiciliar e manteve todas as condições anteriormente



